Homeopatia é uma terapia muito antiga

Homeopatia é uma terapia muito antiga e valorizada por pessoas que sabem a importância da promoção de saúde, da prevenção  ou da cura sem os indesejáveis efeitos colaterais dos medicamentos químicos. Se você, leitor, perguntar para seus avós eles se lembrarão das gotinhas e bolinhas com nomes engraçados, latinório mesmo, que serviam para tratamento das mais variadas doenças, tipo Solanum Lycorpesicum ( tomate) para alergia. Minha mãe até hoje se recorda que meu avô  curou a rinite alérgica dela, quando lá pelos anos 40, tinha “ um casa de comércio forte”, como ela mesmo diz, vendia da casemira inglesa à ferramentas para a roça, passando por umas caixinhas de madeira cheias de vidrinhos marrons, com as tais bolinhas e aguinhas, lá no interior do Alegrete, perto da fronteira com a Argentina e o Uruguai. Pois é, longe prá chuchu, que por sinal é uma planta muito boa para pressão alta. Ah, chuchu é homeopatia! NÃO... Ué, complicou...  Tomate é, porque o chuchu não é? Calma, vamos explicar.  Poderá ser, algum dia, desde que os farmacêuticos homeopatas o preparem de acordo com as técnicas adequadas da homeopatia e se façam as experimentações em pessoas sadias. Quer saber como é? Aí você vai se tornar craque em homeopatia, pois é justamente isso que a diferencia das outras terapias. Veja bem, qualquer coisa pode se transformar em medicamento homeopático. Reino vegetal, animal ou mineral. Aí a primeira dica, não confundir homeopatia com ervas e plantas medicinais, a dita fitoterapia. Você já deve ter ouvido isso, “ tomei homeopatia, um chá de camomila bem forte, me fez um bem!...” Na verdade o farmacêutico homeopata pega a tintura “forte” da “ Chamomilla”, assim que se escreve, e vai diluindo, diluindo esta tintura até ficar mesmo uma “aguinha”, só que com um detalhe, a cada diluição ele dá cem pancadas, é pancada mesmo, com o frasco , em uma almofada dura, é uma ginástica, e isso se chama “sucussão” , desse jeito mesmo, batidas, que vão liberando a energia da substância, que está, assim, sendo dinamizada, potencializando suas propriedades sutis. Muito importante isso, porque já se fez experiências com o medicamento apenas diluído, sem a sucussão e não funcionou tão bem. Em diluições maiores, bem entendido tipo 30 diluições, aqui já não resta mais moléculas da substância original. Agora, quando você chegar em uma farmácia homeopática e ouvir aquelas batidas, não vai pagar o mico de perguntar o que eles estão pregando! Imagina a cara da funcionária quando você falar que ela está “sucussionando” o remédio...

 Para quê isto?...O criador da homeopatia, Samuel Hahnemann, um alemão da  cidade de Meissen, na Saxônia, lá pelo final de 1700 e antigamente, formou-se em medicina e se deu conta que quando dava os remédios da forma antiga, como tinha aprendido com seus professores, em doses muito concentradas, “fortes”, ocorria o que ele chamou de enfermidades medicamentosas, com sérias intoxicações, hoje conhecidas  como iatrogenias, isto é , doenças geradas pelo próprio médico ao dar um medicamento sem saber dos seus efeitos intoxicantes, sendo essa uma das maiores causas de internações hospitalares, ainda hoje, pasmem, que por sua vez geram outra série de problemas... Por exemplo, quando alguém tem uma dor-de-dente, ai, ai, valei-me minha Santa Apolônia e dá-lhe antibiótico, não é? Vai correndo para o balconista da farmácia e se trata com a “empurroterapia” da poderosa indústria farmacêutica, antibiótico para dor-de-dente, passa logo, não passa? Pois é, age rapidamente, mas... quando você precisar mesmo do medicamento para uma infecção mais grave não funciona ou quando baixar em um hospital corre o sério risco de ter aqueles problemas que falamos antes, as infecções hospitalares, terrível causa de tantas mortes por bactérias resistentes aos antibióticos, entre elas, o Streptococcum , que causa cárie e que normalmente não resiste nem a uma boa cuspida fora. Calma, nem tudo está perdido; pois então, aquele médico alemão sabendo destas iatrogenias, era vivo esse Hahnemann,  preocupado com o “futuro” de seus clientes resolveu experimentar em si mesmo, é... e em seus familiares  sadios aquelas drogas ( sem duplo sentido, viu?) e claro a coisa engrossou, logo ele se deu conta que os efeitos eram insuportáveis, correndo ele e seus valentes experimentadores até risco de vida. Entenderam o ovo de colombo da homeopatia? É bem simples: experimenta no homem são, como ele diz, (nas mulheres também) em doses diluídas para não intoxicar, anota tudinho com as palavras do próprio experimentador e quando vier alguém doente com sintomas semelhantes, dá o remédio que cura de modo suave, rápido e muito importante, duradouramente, sem aqueles rebotes dos problemas logo depois de ter parado o remédio alopático . Lembra a Chamomilla? Pois é um dos melhores remédios homeopáticos para dor-de-dente e para aqueles problemas ,quando começam a aparecer os dentinhos dos nenês - de alguns, note bem; esta é outra sacada da homeopatia, chama-se individuação do caso, o popular “ cada caso é um caso”, trata cada pessoa doente e não os sintomas de uma doença. Então, a Chamomilla trata aqueles bebês que enlouquecem os “ senhores pais”. Choram a noite toda, quando os colocam no berço, só dormem embalados no colo, cheios de “ vontades”, atiram longe o que antes exigiam aos berros, como diria  aquele vizinho, “ um pestinha”! Ah, mas quando tomam a homeopatia, “parecem outros”, dormem os anjinhos... para alívio dos pais – e dos vizinhos.

Outra curiosidade que se têm é como Hahnemann descobriu a dinamização, aquelas cem batidas com o frasco, a tal de sucussão, já decorou, né? Corre a história que , naquela época, ele ia atender os seus pacientes de carruagem ou no lombo de mulas, e que ele percebeu que quanto mais distante ficava a casa do cliente mais potente era o efeito do medicamento. Mas, isso são só estórias... Outra versão é que ele bebeu na fonte da alquimia, esta mais razoável, pois em sua época circulavam na Europa muitos tratados de alquimia, e alguns já falavam nesta forma de preparação dos medicamentos alquímicos.

Vale a pena lembrar o que acontecia nestas famosas experimentações. Quanto mais diluída e dinamizada a substância em questão mais sintomas curiosos apareciam tais como medos, ilusões  tipo “angústia e medo; ele vê um conhecido, que não está presente, deitado morto no sofá, e tem muito medo dele, sonhos, pressentimentos ou mesmo sintomas físicos como  “dor dilacerante nos dentes e, simultaneamente, na cabeça, que leva a paciente enraivecida a bater a cabeça com os punhos; logo no início da menstruação”, quer dizer, coisas que até então eram desconsideradas numa consulta. Imagine alguém dizendo para seu dentista que o dente dói depois que ele se encoleriza ou  ouvindo música! Pois é justamente isso que o individualiza. Então quando for a uma consulta homeopática vá se lembrando de tudo o que você tem de mais seu, que o diferencie, que seja peculiar, raro, e não se incomode com perguntas aparentemente sem nada a ver com sua queixa principal , pois é por aí que vamos chegar ao seu medicamento. Já deu para notar que aparecem muitos sintomas mentais, emocionais e que estes tem grande importância, dito de outra maneira, a sua subjetividade é valorizada, por isso a consulta tem de ser mais longa, para colher uma boa história de sua vida. Para isso tem de haver muita empatia  entre ambas as partes envolvidas, gerando uma maior escuta e confiança mútuas.

A esta altura você deve estar se dando conta que a Homeopatia se antecipou em mais ou menos duzentos anos aos conceitos mais modernos de stress e doenças psicossomáticas, com visão holística, que considera o ser humano em sua totalidade, com seus aspectos mentais, emocionais, físicos e espirituais. E o quanto tudo isso está interrelacionado com sua saúde bucal, e o quanto esta influencia e é influenciada pela  sua saúde e doença como um todo. De que forma podemos exemplificar este fenômeno? Por exemplo quando você toma um medicamento alopático para sintomas digestivos, circulatórios ou emocionais, como um calmante, ocorrem efeitos colaterais entre os quais boca seca, quer dizer, diminui a salivação e você fica mais sujeito às cáries e doenças gengivais. Você sabe que a cárie e a gengivite estão muito relacionadas com a acidez da boca ( só duas coisas conseguem furar o esmalte de um dente: o ácido e a broca diamantada do dentista), então, quando você se estressa por qualquer motivo se sabe que há um aumento correlato da acidez na boca. Percebeu onde entra a homeopatia na odontologia? Mais que previnir doenças, ela lhe garante promoção de sua saúde bucal, tratando seu stress, ou melhor dito, tratando você enquanto um todo indivisível ( indivíduo quer dizer aquele que não pode ser dividido) e dando maior imunidade aos tecidos de sua boca, e por tabela de todo seu organismo.

Voltando aos princípios da Homeopatia, vale lembrar a gama de remédios com suas características peculiares que já foram experimentados e registrados nas Matérias Médicas. Vamos citar alguns, para que você perceba o universo abrangente que eles tratam, ou melhor, o universo que você é!

O Aconitum, uma planta, para começar é um medicamento muito utilizado para febres, resfriados, dores de cabeça, até aí nada demais, mas se você sair muito feliz para a rua num dia ensolarado, seco e frio e voltar para casa espirrando, com calafrios e com muito medo de morrer, prevendo até a data e hora da sua morte, pode saber que tem grande chance de melhorar tomando Aconitum. Outra coisa incrível é que ele agrava seus sintomas após um susto, portanto nada de filmes de terror, à meia-noite, ok? ...Viu só como foge do senso comum, afinal até então resfriado se apanhava com tempo úmido, pegando chuva, nunca com um sol lindo e uma brisa fresca, muito menos depois de um susto!

Mudando de reino, para ilustrar a diversidade de fontes dos remédios homeopáticos vamos para o animal, Apis mellifica, a abelha, nossa operária de plantão, sempre ativa, trabalhando incansavelmente em grupos. E quando a abelha dá aquela ferroada, ai... incha, o local fica vermelho. Pois é, todas essa características aparecem em alguém que precise de Apis, alguém extremamente ligado ao seu trabalho, que não vê a hora do fim-de-semana terminar(?!)... para voltar ao seu batente e se reunir com seus colegas, e que vai ter muita propensão a edemas (inchações) nas pálpebras, lábios, reumatismo, ranger de dentes, um tensionado, em resumo.

E no reino mineral escolhemos como seu representante a “impagável” Calcarea carbonica, medicamento extraído da camada média da ostra, aquele molusco, e reparem só na sua peculiaridade, começando pelo aperto de mão, que é mole e fraco, como se quisesse escorregar mesmo. O que vocês diriam de alguém que tenha um filho de 4 anos que se preocupa em poupar, quando ganha um dinheiro do padrinho guarda porque pode precisar no futuro, ou que come sua guloisema aos poucos, e nunca na frente de visitas. Espera elas irem embora! Não lembra a ostra se fechando, guardando a sua pérola egoistamente? Crianças gordinhas, de cabeça grande, barrigudinhas, sovinas, com dificuldades para apreender a caminhar e falar, atraso na erupção dos dentinhos de leite, dificuldades escolares, muito sensível a notícias ruins que vê pela TV, pergunta se a Bósnia é longe, se aqueles leões estão bem trancados. Por todos esses medos, de passar fome, de ficar pobre, tem muitos pressentimentos de que algo ruim vai acontecer, por isso sua frio, tem medo de ir ao seu dentista, procura comer tudo que passa pela frente, para acumular, melhora de seus sintomas quando constipado, lê todos os livros médicos, descrevendo seus sintomas melhor que o médico e o dentista, e se por acaso falir pode até buscar o fim de sua própria vida. Perceberam o quadro que se apresenta? Conforme se vai ouvindo o relato do seu consulente vai formando um retrato falado do doente . O que significa uma busca da totalidade sintomática do doente, incluindo suas emoções, intelecto, desejos e aversões, sonhos e sintomas gerais e locais modalizados, quer dizer, o modo como se dá, por exemplo, uma dor-de-dente, tipo “ como se viesse de um gânglio sub-maxilar, passando pela raiz do dente”, altamente característico das pessoas que são sensíveis ao medicamento Camphora. Por isso a importância do diálogo, da escuta atenta, por parte do homeopata, que tem que se tornar um observador livre de preconceitos, para não dirigir o doente para um medicamento que ele imagina ser o semelhante, através de perguntas muito diretas, que exijam uma resposta sim ou não. Com todo esse cuidado e respeito pela fala do paciente  ocorre uma ressonância com um fenômeno interessantíssimo hoje em dia, que é a busca de práticas terapêuticas mais humanizadas por parte dos usuários dos serviços de saúde, insatisfeitos com a forma de tratamento recebida.

Aí começam as objeções da medicina alopática ( termo cunhado pelo próprio Hahnemann, quer dizer tratamento pelo contrário, anti, antibiótico, etc), que entre outras calúnias e difamações diz que o efeito do medicamento é placebo(termo que designa substância inerte, com efeito psicológico), em função desta atenção especial dispensada ao doente. Ora, desconhecem as pesquisas já realizadas no mundo inteiro, em centros de pesquisas reconhecidos, de que o efeito placebo tem um índice de cura bem abaixo do medicamento homeopático, fazendo tábula rasa destas investigações como desculpa esfarrapada para a própria ignorância.

Outro mito muito corrente entre a população é de que “a homeopatia é lenta”, outra inverdade. Basta comparar a ação muito mais rápida da homeopatia em inflamações agudas, por exemplo os abcessos dento-alveolares (inchaço da face, com formação de pus) onde os remédios homeopáticos agem muito mais rapidamente que os anti-inflamatórios e antibióticos da alopatia, em média 24 a 36 horas a menos.

Eis alguns remédios homeopáticos que são excelentes para este tipo de problema:  a Belladona, quando dada no início de qualquer inflação aguda, tem o poder de cortar o abcesso no início. Agora, reparem bem na experimentação no homem são: gera estados inflamados de alma, com grandes acessos de raiva e delírios com alucinações de monstros e também estados inflamatórios como calor, rubor e dor.

Mercurius solubilis quando o quadro se apresenta com muita salivação, com muita sede, aspecto ulcerado das mucosas, dentes frouxos e escurecidos, com marca dos mesmos na língua e um cheiro fétido na boca resolve abcessos mais adiantados.

Hepar sulphur, outro medicamento com grande resolutividade nos abcessos, tem como característica principal os estados piogênicos, isto é, com formação de pus, podendo tanto impedir a formação quanto facilitar a expulsão do pus, dependendo da potência.

Este é outro remédio que se caracteriza pela correlação entre sintomas mentais e físicos, pois ele apresenta temperamento explosivo e é o incendiário da matéria médica ( fogo=inflamável)!

Outro tema muito importante  entre os homeopatas, para a escolha do remédio, é o que se refere aos miasmas, que são vibrações que acarretam tipos determinados de doenças. Hahnemann suspeitou de sua existência, a partir do tratamento de seus primeiros pacientes, quando após melhorarem havia retorno de outras patologias, um obstáculo à cura. Observou que conforme o tipo de manifestação crônica esta corresponderia a certos tipos de miasma. Percebeu três tipos, primeiramente: psora, sicose e sífilis. A psora tem como manifestação um estado de irritabilidade, como uma coceira emocional, uma inquietude da alma , com a angústia existencial, a saudade de um lugar onde se era mais inteiro e integrado, enfim, a queda do paraíso que causaria sintomas na pele, tais como a sarna e em outras partes do corpo como órgãos de eliminação , provocando auto-intoxicação. Corresponderia a fase de alarme da teoria do stress, ao futuro e a histeria na psicanálise. Cuide bem de sua pele, portanto, ela está tentando lhe avisar que algo não vai bem, como você verá logo adiante. Se você pensou na boca e dentes como lugar de somatização deste miasma, bingo, acertou em cheio. Vale a pena se ligar nestes aspectos para prevenir as inevitáveis supressões, guarde este termo, significa que se você se tratar com um medicamento alopático pode interiorizar a doença miasmática para um órgão mais nobre. Por ex. uma afta, sinal tão incômodo, se tratada com um medicamento local pode ser suprimida , movimentando essa energia para o estômago gerando uma gastrite ou pior, uma úlcera gástrica. E se você tiver cáries, de que tipo é sinal da psora? Lembra da nossa “impagável” Calcárea carbônica”? Então, o tipo de cárie que mostra a psora é semelhante a nossa Calcárea, de avanço lento, com aquelas lesões brancas no esmalte que lembram cal de construções, que vão progredindo  devagar, mas sem regressão, pela dieta com muito açúcar branco e farinhas refinadas, provocando a auto-intoxicação do organismo. Pois não é por acaso que a calcárea é um dos principais medicamentos para tratar o miasma psórico. Quer ver outro exemplo? Quando você toma um anti-ácido tipo leite de magnésia ou bicarbonato , que contém cálcio ocorre logo após um efeito rebote de aumento da azia. Se você pensou que a calcárea trata azia acertou em cheio! Demonstrando no próprio medicamento a enfermidade causada pelo mesmo e tratada homeopaticamente pelo princípio da semelhança.

A sicose, não confundir com psicose, se caracteriza por aumento de todas as reações do organismo, assim, há muitas secreções, catarro, e crescimento exagerado de tecidos, como verrugas. Ela é uma maneira de reagir às exigências da sociedade altamente competitiva, pautada pelo sucesso material, pelo status e pela obrigação de aparentar uma atitude “ civilizada”. É o “verniz sicótico”, para Jung é a máscara, com que representamos uma personalidade compatível com as convenções sociais, muito rigorosa com os padrões de comportamento. Nas fases do stress é a correspondente fase de resistencia, temporalmente é o presente e na psiquiatria são as variadas neuroses. Assim aparece em condutas tipo “ o que os outros vão dizer...”, em expressões “ vou dar porrada”... os machões. Tanto que a doença crônica associada a este miasma é a gonorréia, com corrimento no homem, sexualmente promíscuo, que apresenta uma hipertrofia do ego, uma ânsia por poder, dinheiro e fama, tomando-se de uma obssessão compulsiva pelo sucesso a qualquer preço. Na cavidade bucal aparece em cáries de avanço rápido - bem de acordo com os nosso tempos de correria - e hiperplasia gengival ( crescimento exagerado da gengiva), que sem o recurso da homeopatia precisa ser tratada cirurgicamente. O medicamento mais utilizado para tratar esse miasma é Thuya, que é utilizado pelos pediatras homeopatas para prevenir os efeitos alergênicos das vacinas. Mentalmente  ela é movida pela inquietude e pelo temor de algum dano ao seu corpo, tem aversão ao toque justamente porque sente como seu corpo fosse de vidro! Alguém cheio de não-me-toques... Trata muito bem das verrugas, por sinal a planta Thuya conhecida como árvore da vida ou cedro branco apresenta frutos muito semelhante a verrugas. Cobre a maioria dos sintomas inflamatórios da face, doenças respiratórias com muito catarro e ,claro, problemas genitais como a já referida gonorréia, glândulas e ovários.

 O terceiro miasma é a sífilis, este sim já liga diretamente à doença crônica sífilis.

Autor : Eduardo Sejanes Cezimbra, CD Homeopata,

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